Do Portal Onsy Martins
Assuntos pertinentes às finanças municipais estiveram em alta ontem, na comissão de Finanças da Câmara de Vereadores de Joinville. A chegada de um amplo e completo relatório com números da Coopercred, a cooperativa dos servidores municipais, trouxe surpresa aos vereadores componentes da comissão. Logo, a palavra que mais se ouvia no Legislativo era: "rombo".
Vereador Patrício Destro (DEM) chegou a postar no twitter, que, pelo relatório oficial da Coopercred, haveria evidência de rombo de R$ 4 milhões. Por telefone, o presidente da comissão de Finanças, vereador Jocélio Girardi (PMDB), confirmou possíveis irregularidades e antecipou que convocará o presidente da Coopercred para comparecer à comissão na semana que vem, a fim de prestar esclarecimentos.
Vereadores também informaram que é sabido pela Câmara, não de forma oficial ainda, que a Prefeitura não estaria fazendo o repasse para o Ipreville, o instituto de previdência dos servidores municipais.
Somado a estes fatos graves, também era voz corrente ontem, na Câmara, que a Conurb estaria com déficit elevado. Se confirmada a informação, a revolta será grande, afinal, o que não falta é acusação contra a chamada "indústria da multa" que gracejou na empresa pelo menos até bem pouco tempo atrás.
Já se sabe que estas questões referentes às finanças da Prefeitura deverão ganhar cada vez notoriedade a partir de agora. Mais a frente, é claro, a questão do reajuste aos servidores municipais vai falar alto também.
Pelo visto, o reajuste, se acontecer, será mínimo.
Mais greve à vista?
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Ex-vice-presidente José Alencar morre aos 79 anos
"Não tenho medo da morte, mas da desonra"
O ex-vice-presidente da República José Alencar morreu nesta terça (29), às 14h41, por falência múltipla de órgãos, aos 79 anos, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O político mineiro lutava havia 13 anos contra um câncer na região do abdômen.
Na última das várias internações, Alencar estava desde segunda (28) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com quadro de suboclusão intestinal.
O ex-vice-presidente lutava contra o câncer havia 13 anos, mas nos últimos meses, a situação se complicou. Mais aqui
O ex-vice-presidente da República José Alencar morreu nesta terça (29), às 14h41, por falência múltipla de órgãos, aos 79 anos, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O político mineiro lutava havia 13 anos contra um câncer na região do abdômen.
Na última das várias internações, Alencar estava desde segunda (28) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com quadro de suboclusão intestinal.
O ex-vice-presidente lutava contra o câncer havia 13 anos, mas nos últimos meses, a situação se complicou. Mais aqui
segunda-feira, 28 de março de 2011
Ser “artista” é moral, social e economicamente superior a ser quituteira, costureira ou contador?
Do Blog Reinaldo Azevedo
Artistas escolhem uma profissão, como qualquer pessoa, e têm de arcar com os ricos inerentes à opção que fizeram. A “arte” não é um bem público superior à contabilidade ou à produção de sorvetes. Cada coisa tem a sua utilidade e função, não é mesmo? Empreendedores dos mais diversos setores recorrem a empréstimos bancários, alguns subsidiados, é verdade, para financiar seu sonho. Mas há uma diferença: têm de prestar contas por isso.
A costureira e quituteira da favela aonde Bethania pretendia fazer chegar sua particularíssima escansão de versos podem pegar um dinheirinho em banco público, coisa pouca. Os juros são camaradas. Mas elas terão de fazer muita roupa ou vender muita coxinha para saldar a dívida e pegar um novo empréstimo, que vai servir para alavancar o seu negócio. Imaginem: um pobrezinho de um agricultor, quase com o pé no chão, também consegue uns trocos no Pronaf. O custo do dinheiro é bem inferior ao de banco privado, mas ele tem de arcar com a dívida!
Os nossos artistas? Ah, não! Se eles querem fazer um show, logo apelam à Lei Rouanet, para que a produção saia a custo zero. Levam seus trinados ao público — ou sua “mensagem” — sem investir um tostão. Não são pessoas reles como quituteiras ou costureiras. Por isso boa parte puxa o saco do PT em eleições. Eles gostam de um estado forte, que possa financiá-los.
É uma gente pidonha, mas orgulhosa! Eles acreditam estar, de fato, fazendo um sacrifício em defesa do Brasil. No auge de sua retórica condoreira, rivalizando com o seu conterrâneo Castro Alves em “Navio Negreiro”, Caetano impreca ao “Senhor Deus dos Desgraçados”:
“Não há coragem? Não há capacidade de indignação? Será que no Brasil só há arremedo de indignação udenista? Maria Bethânia tem sido honrada em sua vida pública. Não há nada que justifique a apressada acusação de interesses escusos lançada contra ela. Só o misto de ressentimento, demagogia e racismo contra baianos (medo da Bahia?) explica a afoiteza.”
Nossa! Caetano, pelo visto, gostaria de ver “pretos de tão pobres” e “pobres de tão pretos” fazendo passeata em favor do direito que Bethânia tem de ser subsidiada… Endoidou de vez!
Há, sim, Caetano! Milhares, talvez milhões, de brasileiros tiveram a coragem de dizer: “Chega de mamata!” Bethania teve autorização para captar R$ 5,5 milhões em pouco mais de cinco anos. Quanto ela pegou efetivamente, isso não sei. Mas deixaria a quituteira morta de inveja. Com uma diferença apreciável: aquela depende de seu produto ser aceito no mercado, ou se estoura. Bethania — e todos os outros financiados — não!
Isso explica, Leãozinho, o fato de os quitutes serem hoje, no Brasil, melhores do que as músicas da MPB.
sábado, 26 de março de 2011
Vídeo inédito mostra Obama ensaiando português antes de discurso no Rio de Janeiro
Do Portal do Jornal AN - ClicRBS
A visita do presidente Barack Obama ao Brasil no último fim de semana movimentou o país. O que poucos imaginam é como foram os bastidores dessa visita. Um vídeo divulgado pela Casa Branca em seu site mostra o momento em que o presidente dos Estados Unidos treina o português antes de discursar no Teatro Municipal, no Rio de Janeiro.
Com a ajuda de assessores, Obama pronuncia "alô cidade maravilhosa". Em seguida, ao pronunciar a mesma frase em público, o presidente americano é ovacionado pela multidão que o assiste e retribui com um sorriso.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Em resposta Ramon disse que vai deixa o atacante Lima na cara do gol no domingo contra o Avai
Do Jornal Gazeta de Joinville
Se Lima age como se tivesse 15 anos de idade, Ramon demonstra-se um "gentleman". A imagem acima foi tirada da página principal do site Globo.com, onde a declaração de Lima que afirma que 'Ramon acha que é Pelé' ganhou os noticiários esportivos do país.
Agora pouco na Arena Joinville, Ramon mostrou porque é o melhor atleta dentro e fora de campo do tricolor neste Estadual.
Perguntado sobre as declarações de Lima, Ramon apenas disse que faz parte do mundo do futebol e que o adversário dele é o Avaí no domingo e não um companheiro de equipe.
Agiu com malandragem, saiu pela esquerda. E como um tapa de luva de pelica em Lima, disse que no domingo contra o Leão vai deixar o atacante na cara do gol se tiver oportunidade.
Lima falou uma bobagem que se espalhou pelo Brasil inteiro. Ramon em nível local tentou contemporizar.
Já Lima optou em não dar entrevista.
Se Lima age como se tivesse 15 anos de idade, Ramon demonstra-se um "gentleman". A imagem acima foi tirada da página principal do site Globo.com, onde a declaração de Lima que afirma que 'Ramon acha que é Pelé' ganhou os noticiários esportivos do país.
Agora pouco na Arena Joinville, Ramon mostrou porque é o melhor atleta dentro e fora de campo do tricolor neste Estadual.
Perguntado sobre as declarações de Lima, Ramon apenas disse que faz parte do mundo do futebol e que o adversário dele é o Avaí no domingo e não um companheiro de equipe.
Agiu com malandragem, saiu pela esquerda. E como um tapa de luva de pelica em Lima, disse que no domingo contra o Leão vai deixar o atacante na cara do gol se tiver oportunidade.
Lima falou uma bobagem que se espalhou pelo Brasil inteiro. Ramon em nível local tentou contemporizar.
Já Lima optou em não dar entrevista.
De olho em 2012 suplentes de vereadores trocam de partidos em Joinville
Por João Kamradt - AN ClicRBS
Insatisfeitos com a falta de espaço dado pelos vereadores eleitos e de olho nas próximas eleições municipais, vários suplentes de parlamentares iniciaram uma dança das cadeiras nos partidos. Jaime Evaristo, Toninho Lennert e Marcucci deixaram o PSDB, Francisco Zermiani se desfiliou do PMDB e Maurício Soares deixou o PSL.
Dos cinco suplentes que deixaram seu partido, quatro se abrigaram em siglas menores. Jaime Evaristo retornou ao PSC, sigla que ajudou a fundar na década de 90.
Já Toninho Lennert e Marco Marcucci entraram nos quadros do PRB, partido dirigido pelo pastor Gomes. Maurício Soares foi para o PMDB, enquanto Francisco Zermiani ainda não decidiu para que partido irá entrar, mas foi sondado pelo PRB e PTB. A principal reclamação dos suplentes é de que não tiveram espaço suficiente.
— Deixei o PSDB frustrado com os dirigentes do partido. Não recebi apoio durante as eleições e não tive espaço na Câmara — reclama Toninho Lennert.
Não é só o ex-presidente da Felej que tem reclamações. O delegado Marcucci reclama que os votos conquistado pelos suplentes ajudaram no coeficiente eleitoral para que mais gente do partido entrasse.
—Sugeri um rodízio entre suplentes. Mas os eleitos não aceitaram. Esperei dois anos, não fui atendido e resolvi ir embora — explica.
Entre os tucanos, o único suplente que teve espaço foi Jaime Evaristo. Ano passado, durante quatro meses ele ocupou a suplência dos vereadores do PSDB. Mas isso não foi suficiente para segurá-lo.
— Não tive as oportunidades que queria, nem os cargos que imaginava — comenta.
Mas para o presidente do diretório municipal Marco Tebaldi (PSDB) as saídas visam as eleições municipais do ano que vem.
— es acham que podem ser eleitos por um partido menor. Se não estão contentes no PSDB é melhor que saiam —valia.
Francisco Zermiani saiu do PMDB para buscar um partido que lhe ofereça melhores condições.
— Eles deveriam ter me aproveitado melhor. Quando ocupei o cargo de suplente, não tive autonomia para trocar a equipe e isso tirava minha autoridade — explica.
Com sua base eleitoral no Vila Nova, Zermaini disputava a região com Jucélio Girardi e Tânia Eberhardt, ambos do PMDB, e que possuem sua base eleitoral no mesmo bairro.
— Fica difícil criticar se é da mesma sigla. Não fui eleito antes por causa disso — acredita.
Mas para Osmari Fritz (PMDB), a culpa da saída não é o partido e sim as pretensões políticas do suplente.
—Ele era o primeiro suplente. Só que está pensando em 2012. Ele acredita que pode conseguir ser vereador em uma sigla menor. Não temos porque interferir — resume.
Briga na Justiça contra própria sigla Enquanto alguns suplentes trocam de partido, outros lutam para se manter ou aguardam serem lembrados.
O vereador Sidney Sabel foi a Justiça na tentativa de dissolver o diretório municipal do PPS. Ex-secretário regional de Pirabeiraba, desde o começo da gestão Carlito Merss (PT) ele foi nomeado na cota pessoal do prefeito. Como o partido foi para a oposição, ele entrou em divergência com a sigla.
— Não quero deixar o PPS. Mas o partido não pode ser tão atrelado ao DEM. Precisamos pensar por nós mesmos — resume.
O vereador vem recolhendo assinaturas para tentar dissolver o diretório municipal do PPS e que uma nova comissão do partido seja designada pelo diretório estadual. Caso não consiga, deixará a sigla. Do mesmo modo, o presidente do PPS em Joinville, Vande Batisti, argumenta que Sabel não seguiu as orientações do partido e não abandonou o cargo no governo Carlito.
— Se está no partido, precisa seguir o que for decidido pela sigla. Não pode ficar em cima do muro — reclama Vandi.
Mas até mesmo entre aqueles que apoiam o governo há insatisfação. Ademir Negherbon, primeiro suplente do PDT, só ocupou a vaga de vereador por um mês. Com pouco espaço, ele reivindica um cargo na administração petista.
— Se somos aliados, o PDT precisa ter mais espaço — resume.
Ele gostaria de assumir a coordenadoria do Sistema Nacional de Empregos (Sine) de Joinville, que foi municipalizado no começo deste ano.
— Nós lutamos para ganharmos mais espaço. Se iremos estar juntos na próxima eleição, temos que ter mais espaço agora — acredita o vereador James Schroeder (PDT).
Quem são e quantos votos fizeram os suplentes que trocaram de partido este ano:
Nome Partido em que disputaram as eleições de 2008
Número de votos
Jaime Evaristo PSDB 3.777
Antônio Sebastião Lennert PSDB 2.731
Francisco Zermiani PMDB 2.159
Marco Aurélio Marcucci PSDB 1.792
Maurício Soares PSL 3.190
Em que partido pretendem disputar as eleições para vereador em 2012?
Jaime Evaristo (PSC)
Antônio Sebastião Lennert (PRB)
Francisco Zermiani Sem partido
Marco Aurélio Marcucci (PRB)
Maurício Soares (PMDB)
Insatisfeitos com a falta de espaço dado pelos vereadores eleitos e de olho nas próximas eleições municipais, vários suplentes de parlamentares iniciaram uma dança das cadeiras nos partidos. Jaime Evaristo, Toninho Lennert e Marcucci deixaram o PSDB, Francisco Zermiani se desfiliou do PMDB e Maurício Soares deixou o PSL.
Dos cinco suplentes que deixaram seu partido, quatro se abrigaram em siglas menores. Jaime Evaristo retornou ao PSC, sigla que ajudou a fundar na década de 90.
Já Toninho Lennert e Marco Marcucci entraram nos quadros do PRB, partido dirigido pelo pastor Gomes. Maurício Soares foi para o PMDB, enquanto Francisco Zermiani ainda não decidiu para que partido irá entrar, mas foi sondado pelo PRB e PTB. A principal reclamação dos suplentes é de que não tiveram espaço suficiente.
— Deixei o PSDB frustrado com os dirigentes do partido. Não recebi apoio durante as eleições e não tive espaço na Câmara — reclama Toninho Lennert.
Não é só o ex-presidente da Felej que tem reclamações. O delegado Marcucci reclama que os votos conquistado pelos suplentes ajudaram no coeficiente eleitoral para que mais gente do partido entrasse.
—Sugeri um rodízio entre suplentes. Mas os eleitos não aceitaram. Esperei dois anos, não fui atendido e resolvi ir embora — explica.
Entre os tucanos, o único suplente que teve espaço foi Jaime Evaristo. Ano passado, durante quatro meses ele ocupou a suplência dos vereadores do PSDB. Mas isso não foi suficiente para segurá-lo.
— Não tive as oportunidades que queria, nem os cargos que imaginava — comenta.
Mas para o presidente do diretório municipal Marco Tebaldi (PSDB) as saídas visam as eleições municipais do ano que vem.
— es acham que podem ser eleitos por um partido menor. Se não estão contentes no PSDB é melhor que saiam —valia.
Francisco Zermiani saiu do PMDB para buscar um partido que lhe ofereça melhores condições.
— Eles deveriam ter me aproveitado melhor. Quando ocupei o cargo de suplente, não tive autonomia para trocar a equipe e isso tirava minha autoridade — explica.
Com sua base eleitoral no Vila Nova, Zermaini disputava a região com Jucélio Girardi e Tânia Eberhardt, ambos do PMDB, e que possuem sua base eleitoral no mesmo bairro.
— Fica difícil criticar se é da mesma sigla. Não fui eleito antes por causa disso — acredita.
Mas para Osmari Fritz (PMDB), a culpa da saída não é o partido e sim as pretensões políticas do suplente.
—Ele era o primeiro suplente. Só que está pensando em 2012. Ele acredita que pode conseguir ser vereador em uma sigla menor. Não temos porque interferir — resume.
Briga na Justiça contra própria sigla Enquanto alguns suplentes trocam de partido, outros lutam para se manter ou aguardam serem lembrados.
O vereador Sidney Sabel foi a Justiça na tentativa de dissolver o diretório municipal do PPS. Ex-secretário regional de Pirabeiraba, desde o começo da gestão Carlito Merss (PT) ele foi nomeado na cota pessoal do prefeito. Como o partido foi para a oposição, ele entrou em divergência com a sigla.
— Não quero deixar o PPS. Mas o partido não pode ser tão atrelado ao DEM. Precisamos pensar por nós mesmos — resume.
O vereador vem recolhendo assinaturas para tentar dissolver o diretório municipal do PPS e que uma nova comissão do partido seja designada pelo diretório estadual. Caso não consiga, deixará a sigla. Do mesmo modo, o presidente do PPS em Joinville, Vande Batisti, argumenta que Sabel não seguiu as orientações do partido e não abandonou o cargo no governo Carlito.
— Se está no partido, precisa seguir o que for decidido pela sigla. Não pode ficar em cima do muro — reclama Vandi.
Mas até mesmo entre aqueles que apoiam o governo há insatisfação. Ademir Negherbon, primeiro suplente do PDT, só ocupou a vaga de vereador por um mês. Com pouco espaço, ele reivindica um cargo na administração petista.
— Se somos aliados, o PDT precisa ter mais espaço — resume.
Ele gostaria de assumir a coordenadoria do Sistema Nacional de Empregos (Sine) de Joinville, que foi municipalizado no começo deste ano.
— Nós lutamos para ganharmos mais espaço. Se iremos estar juntos na próxima eleição, temos que ter mais espaço agora — acredita o vereador James Schroeder (PDT).
Quem são e quantos votos fizeram os suplentes que trocaram de partido este ano:
Nome Partido em que disputaram as eleições de 2008
Número de votos
Jaime Evaristo PSDB 3.777
Antônio Sebastião Lennert PSDB 2.731
Francisco Zermiani PMDB 2.159
Marco Aurélio Marcucci PSDB 1.792
Maurício Soares PSL 3.190
Em que partido pretendem disputar as eleições para vereador em 2012?
Jaime Evaristo (PSC)
Antônio Sebastião Lennert (PRB)
Francisco Zermiani Sem partido
Marco Aurélio Marcucci (PRB)
Maurício Soares (PMDB)
Ramon é criticado por companheiro no Joinville: 'Acha que é Pelé'
Do Portal globoesporte.com via Clic RBS
O clima esquentou no Joinville após a derrota por 1 a 0 frente à Chapecoense na última quarta-feira, no Oeste do Estado. Logo após o apito final, ainda dentro de campo, o atacante Lima desabafou e fez duras críticas a um companheiro de equipe, o experiente meia Ramon:
- Temos que jogar no coletivo. Tem gente que quer resolver as coisas sozinho. O Ramon acha que é o Pelé - disparou.
Na entrevista coletiva após o jogo, o técnico Giba tentou colocar panos quentes sobre a declaração de Lima:
- Os caras estão com o sangue quente na cabeça, nervosos pelo resultado - minimizou.
Já era
Do Portal claudiohumberto.com
A estrutura do Maracanã não suporta o projeto de reforma. O governo hesita, mas terá de implodir o velho estádio ou o Rio fica sem a Copa.
Família de JK vai à Justiça para protegê-lo de Kassab
Anna Christina Kubitschek Pereira, neta de Juscelino, decidiu levar o prefeito Gilberto Kassab às barras dos tribunais.
Presidente do Memorial JK, monumento assentado em Brasília, a neta do ex-presidente abespinhou-se com uma iniciativa do ‘ex-demo’ Kassab.
O prefeito registrou em 14 de março um novo domínio de internet: www.jk.org.br. Planeja associar as iniciais do ex-presidente ao seu “novo” partido.
Inicialmente, Kassab pretendia dar à sua legenda o nome de PDB (Partido Democrático Brasileiro).
O diabo é que a sigla logo ganhou uma tradução jocosa: “Partido Da Boquinha”. Para fugir da piada, Kassab recorreu à anedota.
Rebatizou sua agremiação de PSD (Partido Social Democrático). E passou a associar a iniciativa a Juscelino Kubistchek.
Como se sabe, PSD era o nome do partido pelo qual JK elegeu-se presidente do Brasil em 1955. Foi extinto depois que a ditadura militar impôs ao país o bipartidarismo.
O repórter Sérgio Roxo informa que a neta de Juscelino enxergou na esperteza de Kassab uma iniciativa tóxica.
Antecipada na véspera pelo repórter Cláudio Humberto, a irritação da família de JK foi despejada numa nota da neta:
“JK é patrimônio do Brasil e dos brasileiros. Seu nome pertence à história da democracia nacional”, escreveu.
Para ela, o nome do avô “não pode ser usado sem o prévio consentimento da família Kubitschek e muito menos sem aprovação do Conselho do Memorial JK”.
Anna Kubitschek deixou claro que leva os lábios ao trombone “em nome da minha família e do Conselho do Memorial, que eu presido”.
Ela acrescenta: “Repudio a maneira inadequada com que o prefeito Gilberto Kassab se apropriou da sigla do meu avô para nominar sua rede social...”
“...Informo ainda que providências legais serão tomadas para coibir este tipo de política que um verdadeiro democrata jamais ousaria praticar”.
Ouvido, Kassab disse que, antes de registrar o domínio de internet, avisou a filha de JK, Maria Estela. Vem a ser tia de Anna Kubitschek.
O prefeito não se deu por achado: “Caso tudo dê certo, nós iríamos depois consultá-la, para ver se a família liberaria a marca”.
Os tempos verbais utilizados pelo prefeito não fazem nexo. “Dê” não orna com “iríamos”.
Ou Kassab diz “caso tudo desse certo” ou troca iríamos por “iremos depois consultar”.
De resto, o uso do vocábulo “marca” não soa delicado. Empresta ao velho Juscelino a aparência de um produto de ocasião.
Um detalhe injeta na pendenga um quê de inusitado. Anna Kubitschek é casada com Paulo Octávio, ex-vice governador na “panetônica” gestão de José Roberto Arruda.
No período em que Arruda foi recolhido a uma cela especial da Polícia Federal, Paulo Octávio chegou a assumir a cadeira de governador do Distrito Federal.
Viu-se, porém, compelido a renunciar ao cargo depois que as denúncias mergulharam Brasília no caos absoluto.
Paulo Octávio recebeu do partido ao qual era filiado o mesmo tratamento dispensado a Arruda.
Ameaçado de expulsão, o marido de Anna Kubitschek antecipou-se ao inevitável, desfiliando-se da legenda.
O nome da agremiação? DEM. A mesma legenda que Kassab abandonou para embrenhar-se na aventura que inclui a apropriação –aparentemente indébita— da sigla JK.
O barulhinho que você ouve ao fundo é o ruído do ex-presidente revirando-se na tumba.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Sobre guerreiros e ratos
Do Blog RicaPerrone
Guerreiros são aqueles que lutam até o fim. São pessoas que defendem um ideal, ou uma camisa, sem medo de cara feia ou de uma situação desfavorável. Guerreiros não correm da luta.
Time grande não joga no “erro” do adversário. Joga no seu acerto, no seu mérito de ser melhor. Campeões não devem conviver com ratos. Nem nos vestiários, nem no banco.
Este Fluzão que luta, que arrisca, que tenta, que apanha, que vira e que vence é diferente do que disputou os 3 primeiros jogos. Não é tático, nem técnico. É meramente uma questão de filosofia.
Mata-mata, torneio de macho, se joga com o coração. Treinador que é contra motivação não ganha mata-mata. E o Flu de ontem entrava em todos os jogos igual.
Hoje não. Entrou pra decidir, e decidiu.
O time de guerreiros está completo. Com Fred, Deco, Conca, Emerson, Mariano e Diguinho. Os ratos correram, ficaram os guerreiros.
Por uma torcida traída, um clube exposto ao ridículo e por guerreiros de fato, tens minha torcida até a decisão.
“Pra cima, Fluzão!!!!” Aquele que luta, não o que corre.
abs,
RicaPerrone
Time grande não joga no “erro” do adversário. Joga no seu acerto, no seu mérito de ser melhor. Campeões não devem conviver com ratos. Nem nos vestiários, nem no banco.
Este Fluzão que luta, que arrisca, que tenta, que apanha, que vira e que vence é diferente do que disputou os 3 primeiros jogos. Não é tático, nem técnico. É meramente uma questão de filosofia.
Mata-mata, torneio de macho, se joga com o coração. Treinador que é contra motivação não ganha mata-mata. E o Flu de ontem entrava em todos os jogos igual.
Hoje não. Entrou pra decidir, e decidiu.
O time de guerreiros está completo. Com Fred, Deco, Conca, Emerson, Mariano e Diguinho. Os ratos correram, ficaram os guerreiros.
Por uma torcida traída, um clube exposto ao ridículo e por guerreiros de fato, tens minha torcida até a decisão.
“Pra cima, Fluzão!!!!” Aquele que luta, não o que corre.
abs,
RicaPerrone
Índio da Costa fora do DEM
Conduzido à vice-presidência do DEM na semana passada e ex candidato a vice presidência na chapa de José Serra, Índio da Costa anunciou nesta quarta (23), em seu Twitter que vai se desfiliar do partido. Cesar Maia fez uma intervenção no diretório do Rio sem nem aviso prévio. Índio vai para o PSD de Gilberto Kassab e Guilherme Afif Domingos
Kassab se apossa das iniciais JK e registra site
Do Portal claudiohumberto.com
O prefeito de São Paulo agora é “Jilberto Kassab”. Ele registrou na internet o domínio www.JK.org.br, tentando se apossar da imagem positiva do ex-presidente do Brasil, que foi do PSD, sigla da “nova” agremiação que GK fundou, o Partido Social Democrático. O site está em nome de uma Comissão Provisória Estadual do seu ex-partido, o DEM, mas o prefeito aparece como o “responsável” pelo domínio.
Briga judicial
A família do ex-presidente Juscelino Kubitschek ficou injuriada com a iniciativa de Kassab, e considera recorrer à Justiça contra ele.
O prefeito de São Paulo agora é “Jilberto Kassab”. Ele registrou na internet o domínio www.JK.org.br, tentando se apossar da imagem positiva do ex-presidente do Brasil, que foi do PSD, sigla da “nova” agremiação que GK fundou, o Partido Social Democrático. O site está em nome de uma Comissão Provisória Estadual do seu ex-partido, o DEM, mas o prefeito aparece como o “responsável” pelo domínio.
Briga judicial
A família do ex-presidente Juscelino Kubitschek ficou injuriada com a iniciativa de Kassab, e considera recorrer à Justiça contra ele.
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